Fotos Amazônia!!!!
Simpósio/ UFAM
Maior folha do mundo em 1997 - Bosque da ciência
Encontro das águas
Maior folha do mundo em 1997 - Bosque da ciência
Encontro das águas
Amazônas! Brasil
A semana passada passei na cidade de Manaus-AM, participando do X Simpósio de Clima na UFAM-Universidade Federal do Amazonas, onde foi possível ouvir sobre as discussões climáticas.
Aproveitando a oportunidade aprovetei para conhecer um pouquinho de Manaus a linda capital do Amazonas.
Fomos em um grupo de 12 pessoas, alunos da graduação, do mestrado da UFG/Jataí acompanhados pela profa. orientadora dos projetos Dra. Zilda de Fátima Mariano.
O teatro Amazonas
É exuberante com sua riqueza e beleza. Inaugurado em 1896 no auge do ciclo econômico da borracha. A sala de espetáculos do teatro tem capacidade para 701 pessoas, distribuídas entre a plateia e os três andares de camarotes. Com características barrocas, destaca-se a pintura do teto que representa a base da Torre Eifel na França.
O encontro das águas do rio Negro e Solimões
É incrivel as águas descem juntas lado a lado por aproximadamente 10 km até se misturarem e formar o maior rio do mundo o Amazonas.
O encontro das águas, fenômeno natural na confluência entre os
rios Negro e Solimões foi declarado patrimônio
cultural brasileiro. A escolha foi feita pelo Conselho Consultivo do
Patrimônio Cultural, do Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e
Artístico do Brasil).
Esse fenômeno acontece em decorrência da diferença entre a temperatura e
densidade das águas e, ainda, à velocidade de suas correntezas:
O Bosque da ciência
Inaugurado
em 1º de abril de 1995, como parte das comemorações
do 40º aniversário do Instituto Nacional de Pesquisas
da Amazônia - INPA. Concretizou-se, assim, um antigo
sonho de abrir as portas do Instituto ao público. O Bosque da Ciência é uma área de
aproximadamente 13 (treze) hectares, localizado no perímetro
urbano da cidade de Manaus.
Na parte interna encontra-se vários animais como o peixe-boi em áquarios, macacos soltos. No museu encontra-se o registro da maior folha do mundo registrada no guines de 1997 e também retrata como era a vida do serigueiro e expõe a fauna e a flora amazonense. Um local de extrema beleza no centro da cidade. É um passeio que precisa ser feito em Manaus.
O CIGS - Centro de Instrução de Guerra na Selva, é um zoológico de animais da fauna amazonense, onça, sucuri, pássaros, macacos entre outros em uma área de 36 mil metros quadrados, com 285 animais de 56 espécies diferentes . Os animais são recolhidos pelo Ibama ou pela população e entregue ao Sigs alguns são reabilitados e retornam ao seu ambiente natural os que não tem essa condição ficam no zoológico. Além de conhecer a fauna, também há loja de artesanato, lanchonete e play graund para as crianças.
Foi uma semana de aprendizado e muito calor, a temperatura sempre em torno de 38º muito quente e úmido, embora em uma semana de estadia em Manaus choveu apenas um dia.
Vistamos outros pontos turisticos como a praia da Ponta Negra, o Porto Flutuante e muitos ficaram para uma outra vez como o Distrito Industrial a chamada Zona Franca de Manaus e o porto que escoa toda mercadoria para São Paulo.
Valeu a visita!! Vou postar algumas fotos.
Primeiro-ministro de Israel diz estar preparado para aumentar ofensiva
18/11/2012 07h48 - Atualizado em 18/11/2012 11h15
Do G1, com agências interacionais
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse neste domingo (18) que o país está preparado para aumentar significativamente sua ofensiva sobre Gaza. A marinha israelense bombardeou alvos no litoral de Gaza neste domingo, quinto dia de confrontos na região.
“Estamos cobrando um preço alto do Hamas e das organizações terroristas, e as Forças de Defesa israelenses estão preparadas para uma siginificante expansão da operação”, disse Netanyahu no início do conselho de ministros. "Os soldados estão preparados para qualquer atividade que possa ser levada adiante."
O primeiro-ministro fez seus comentários enquanto milhares de soldados e equipamentos militares se concentram junto à fronteira com Gaza, o que alimenta a hipótese de que Israel inicie uma operação terrestre após cinco dias de ataques aéreos. Netanyahu, entretanto, não deu detalhes sobre a operação nem comentou sobre a possibilidade de uma ofensiva terrestre.
Fumaça sobe após ataque das forças de Israel na cidade de Gaza neste domingo (18) (Foto: Bernat Armangue/AP)
Por outro lado, o porta-voz militar do Hamas, Abu Ubaida, foi desafiador ao falar em uma coletiva de imprensa em Gaza. "Esta rodada de confrontos não será a última contra o inimigo sionista e está apenas começando".
Leia toda a reportagem em: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2012/11/primeiro-ministro-de-israel-diz-estar-preparado-para-aumentar-ofensiva.html
Brasil menospreza potencial de energia solar e eólica, segundo relatório
2/11/201219h54
Carolina Gonçalves
Da Agência Brasil, em Brasília
Da Agência Brasil, em Brasília
O potencial de energia solar e eólica no Brasil tem sido menosprezado
nas políticas públicas do setor energético. A avaliação de um grupo de
organizações não governamentais que acompanham o setor foi divulgada
nesta segunda-feira (12) na segunda edição do relatório O Setor Elétrico
Brasileiro e a Sustentabilidade.
De acordo com o documento, com as tecnologias disponíveis atualmente para aproveitamento de energia solar, seria possível atender a 10% de toda a demanda atual de energia elétrica com a captação em menos de 5% da área urbanizada do Brasil. Os estudos apontam que, no caso da energia eólica, o potencial inexplorado chega a 300 gigawatts, o que equivaleria a quase três vezes o total da capacidade instalada atualmente no país.
"A questão central é que há uma necessidade de abrir um debate mais amplo entre governo e sociedade. Criticamos as premissas usadas para estimar a demanda [por energia], que são baseadas apenas no PIB [Produto Interno Bruto]", diz o geógrafo Brent Millikanm, diretor do Programa Amazônia da ONG International Rivers – Brasil.
Segundo ele, com mais espaço de discussão em diferentes setores, o governo conseguiria definir "um planejamento mais amplo que mostre quais as reais necessidade do país e como atender com mais eficiência e menor custo social e ambiental".
A ausência de uma política de incentivos para a inovação tecnológica e a ampliação da escala de produção de energia têm prejudicado a expansão de outros potenciais elétricos do país, apontam os pesquisadores.
Para os representantes das ONGs Instituto Socioambiental, Greenpeace, Amigos da Terra – Amazônia Brasileira, International Rivers – Brasil, Amazon Watch e WWF,a falta desses estímulos prejudica diretamente os resultados da indústria nacional. "É importante termos uma política mais voltada para eficiência que é fundamental para competitividade industrial", acrescentou Millikanm.
Os dados apresentados no documento mostram que os investimentos privados em energia renovável no Brasil cresceram 8% em 2011, saltando para US$ 7 bilhões (cerca de R$ 14,360 bilhões) – impulsionados, principalmente, pelo potencial da energia eólica. Em todo o mundo, os investimentos em energia renovável chegaram a US$ 237 bilhões (R$ 486,2 bilhões) em 2011, superando os US$ 223 bilhões (R$ 457 bilhões) gastos no mesmo ano para a construção de novas usinas movidas a combustíveis fósseis.
Os pesquisadores dizem que, além de direcionar melhor as demandas, os debates com a sociedade poderiam orientar as estratégias do setor baseado na realidade das regiões e nos potenciais impactos que poderiam gerar. Millikanm explica que a composição do Conselho de Política Energética, responsável pela aprovação dos planos do setor, refletem a atual situação.
“Deveria ter representantes da sociedade civil e de universidades nesse conselho, mas, essas cadeiras estão vazias. Isso é emblemático da falta de diálogo. Se tivesse um debate mais aberto, tomariam decisões melhores para a sociedade. Como existem parcerias muito fortes das grandes empreiteiras e de outras empresas, como as de mineração, a política pública acaba sendo desviada para alguns interesses”, criticou.
Procurados pela reportagem, os ministérios do Meio Ambiente, de Minas e Energia e o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) não se pronunciaram sobre o estudo.
De acordo com o documento, com as tecnologias disponíveis atualmente para aproveitamento de energia solar, seria possível atender a 10% de toda a demanda atual de energia elétrica com a captação em menos de 5% da área urbanizada do Brasil. Os estudos apontam que, no caso da energia eólica, o potencial inexplorado chega a 300 gigawatts, o que equivaleria a quase três vezes o total da capacidade instalada atualmente no país.
"A questão central é que há uma necessidade de abrir um debate mais amplo entre governo e sociedade. Criticamos as premissas usadas para estimar a demanda [por energia], que são baseadas apenas no PIB [Produto Interno Bruto]", diz o geógrafo Brent Millikanm, diretor do Programa Amazônia da ONG International Rivers – Brasil.
Segundo ele, com mais espaço de discussão em diferentes setores, o governo conseguiria definir "um planejamento mais amplo que mostre quais as reais necessidade do país e como atender com mais eficiência e menor custo social e ambiental".
A ausência de uma política de incentivos para a inovação tecnológica e a ampliação da escala de produção de energia têm prejudicado a expansão de outros potenciais elétricos do país, apontam os pesquisadores.
Para os representantes das ONGs Instituto Socioambiental, Greenpeace, Amigos da Terra – Amazônia Brasileira, International Rivers – Brasil, Amazon Watch e WWF,a falta desses estímulos prejudica diretamente os resultados da indústria nacional. "É importante termos uma política mais voltada para eficiência que é fundamental para competitividade industrial", acrescentou Millikanm.
Os dados apresentados no documento mostram que os investimentos privados em energia renovável no Brasil cresceram 8% em 2011, saltando para US$ 7 bilhões (cerca de R$ 14,360 bilhões) – impulsionados, principalmente, pelo potencial da energia eólica. Em todo o mundo, os investimentos em energia renovável chegaram a US$ 237 bilhões (R$ 486,2 bilhões) em 2011, superando os US$ 223 bilhões (R$ 457 bilhões) gastos no mesmo ano para a construção de novas usinas movidas a combustíveis fósseis.
Os pesquisadores dizem que, além de direcionar melhor as demandas, os debates com a sociedade poderiam orientar as estratégias do setor baseado na realidade das regiões e nos potenciais impactos que poderiam gerar. Millikanm explica que a composição do Conselho de Política Energética, responsável pela aprovação dos planos do setor, refletem a atual situação.
“Deveria ter representantes da sociedade civil e de universidades nesse conselho, mas, essas cadeiras estão vazias. Isso é emblemático da falta de diálogo. Se tivesse um debate mais aberto, tomariam decisões melhores para a sociedade. Como existem parcerias muito fortes das grandes empreiteiras e de outras empresas, como as de mineração, a política pública acaba sendo desviada para alguns interesses”, criticou.
Procurados pela reportagem, os ministérios do Meio Ambiente, de Minas e Energia e o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) não se pronunciaram sobre o estudo.
http://noticias.uol.com.br/meio-ambiente/ultimas-noticias/redacao/2012/11/12/brasil-menospreza-potencial-de-energia-solar-e-eolica-segundo-relatorio.htm

