Relógios da Terra ganham 1 segundo à meia-noite deste sábado 30 de junho de 2012.

À meia-noite deste sábado (30), os relógios de todo o mundo vão ganhar um segundo a mais. O mês de julho, portanto, só vai começar após as 23 horas, 59 minutos e 60 segundos.
A medida foi determinada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em janeiro e serve para ajustar o horário universal com o período de rotação da Terra.
Esta é a 25ª vez que esse acréscimo acontece. A última foi há três anos e meio, em 31 de dezembro de 2008.
Isso acontece porque um giro do nosso planeta em torno de si mesmo leva um dia, mas essa duração astronômica de 24 horas não é fixa, ou seja, pode ser um pouco mais rápida ou lenta dependendo de uma série de fatores.
Por causa da força gravitacional que o Sol e principalmente a Lua exercem sobre a Terra, os relógios atômicos – que são os mais precisos do mundo, responsáveis por determinar o horário oficial de Greenwich – precisam ser atualizados de tempos em tempos.
Esse ajuste serve para evitar uma diferença significativa ao longo de centenas de anos e impedir que o nosso horário marque meio-dia quando, na verdade, seriam apenas 10h da manhã.
A proposta da ONU foi apresentada em Genebra, na Suíça, por pesquisadores do Serviço Internacional de Sistemas de Referência sobre a Rotação da Terra, que verifica se os relógios humanos estão em sincronia com o planeta.
Além de ganhar um segundo neste sábado, 2012 é um ano bissexto, com um dia extra (29 de fevereiro) adicionado ao calendário.

Fonte:  http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/06/relogios-da-terra-ganham-1-segundo-meia-noite-deste-sabado-30.html

A questão hidrelétrica no Brasil.

Edição Especial de Energia/Junho de 2012 12/06/2012
por Fabiane Stefano Fonte: NATIONAL GEOGRAPHIC BRASIL
 
Em 22 de agosto de 1889, a água do rio Paraibuna girou pela primeira vez uma das duas turbinas importadas dos Estados Unidos compradas para a usina de Marmelos, na cidade mineira de Juiz de Fora. Naquele dia, eram gerados os primeiros watts-hora (Wh) de energia hidrelétrica da América Latina. A usina foi construída pelo industrial mineiro Bernardo Mascarenhas, que, ao visitar a Exposição Universal de 1878, em Paris, decidiu construir uma tecelagem que seria abastecida com energia de origem hidráulica. Meses depois de inaugurada, a primeira hidrelétrica brasileira passou a fornecer eletricidade para manter acesas 180 lâmpadas da iluminação pública de Juiz de Fora, antes alimentada a gás.
Dos primeiros 250 quilowatts de potência na usina Marmelos aos atuais 84.736 megawatts (MW) de capacidade hidrelétrica instalada no Brasil passaram-se mais de 120 anos e, apesar dos avanços tecnológicos e do tamanho das novas usinas, gerar eletricidade da água continua sendo basicamente igual: a força contida na correnteza dos rios movimenta uma turbina acoplada a um gerador, que transforma energia mecânica em elétrica.
Mas nunca na história deste país as hidrelétricas causaram tanta polêmica como agora. O centro da atual discussão é a construção da usina de Belo Monte, no Pará, a ser erguida às margens do rio Xingu. A obra, cujo preço é estimado em 32 bilhões de reais, deverá ser a terceira maior hidrelétrica do mundo – atrás apenas das de Três Gargantas, na China, e Itaipu, no Brasil – e criou dois times que lutam em campos opostos. No grupo dos especialistas, dos analistas econômicos e do próprio governo, apenas grandes hidrelétricas serão capazes de fornecer energia limpa e barata em escala suficiente para satisfazer a demanda crescente por luz elétrica no país. No time dos ecologistas e dos ativistas sociais, os ganhos são bem menores em comparação ao rastro de destruição que elas deixam para o meio ambiente, para as populações indígenas e para as comunidades ribeirinhas. Entre os dois pontos de vista, há um fato e um dilema: o Brasil é o país com o maior potencial hidrelétrico do mundo, com mais de 260 mil megawatts já catalogados. Apenas um terço disso é explorado. A riqueza dos rios brasileiros para geração de eletricidade é uma bênção da natureza ou uma maldição, que nos acompanhará por todo o século 21?
Poucos países no mundo desfrutam de um sistema hídrico tão generoso quanto o nosso. Os livros escolares apontam que 55.455 quilômetros quadrados (do total de 8.514.876 quilômetros quadrados que compõem a área do território brasileiro) estão cobertos por água, distribuídos em rios, lagos e riachos. É a abundância de rios e quedas-d’água que produz o enorme potencial de energia hidráulica. Hoje, estão em operação mais de 180 grandes usinas, responsáveis por quase 70% da produção nacional de energia elétrica. Isso também faz do país o segundo maior produtor de energia hidrelétrica no mundo, com 12% da geração mundial, perdendo apenas da China. Segundo dados da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), órgão ligado ao Ministério de Minas e Energia, outros 73 projetos hidrelétricos estão em construção, incluindo as pequenas centrais. E mais 24 estão programados até 2020. A lista de projetos deve atender à crescente demanda. Estima-se que até aquele ano o consumo no Brasil deva atingir 730 mil gigawatts-hora (GWh) – 52% a mais do que consumimos em 2011.
A imensa necessidade de energia é explicada pela expectativa de fortalecimento da economia brasileira. Nos últimos cinco anos, o país cresceu em média 4% ao ano, o que nos posicionou como a sexta maior economia do planeta. Um dos aspectos mais visíveis desse bom momento foi a ascensão de mais de 30 milhões de brasileiros à chamada nova classe média. Os consumidores emergentes não hesitam em comprar televisores, geladeiras, freezers, computadores, celulares e toda a sorte de eletrodomésticos – e, com isso, aumentam o consumo de luz.
Até 2020, o Brasil terá de ampliar a capacidade de geração dos atuais 115 mil megawatts para 171 mil megawatts. Para cumprir essa meta, o governo federal aposta na expansão de diferentes matrizes de produção. A geração de energia nuclear, que, no passado, era o alvo preferencial dos ecologistas, deverá crescer 70% com a entrada em operação da usina Angra 3, prevista para 2016. Os investimentos também serão generosos na promissora alternativa eólica. Mas, mesmo com essa diversificação e o aumento de capacidade de outras fontes, mais da metade da expansão energética se dará por meio das grandes hidrelétricas. Serão acrescidos ao sistema mais 30 mil megawatts – potência suficiente para abastecer as regiões Norte e Nordeste juntas. Para pânico dos ambientalistas, quase toda a nova capacidade instalada deverá ocorrer na região amazônica.

Fonte:  http://viajeaqui.abril.com.br/materias/questao-hidreletrica-brasil#2

Trabalho de campo: Colégio Bom Conselho!

Foto da atividade de campo. junho 2012.


 O Colégio Nossa Senhora do Bom Conselho, promoveu uma atividade de campo na disciplina de geografia e fomos todos para o campo visualizar e aprender sobre solos e áreas degradadas. Foi uma manhã de aprendizado, e de muita alegria. Como professora me senti realizada com a oportunidade de mostrar aos alunos o que é uma área degradada,  as enormes voçorocas consequências do manejo inadequado. Tudo isso foi trabalhado em sala, mas a realidade é bem diferente das imagens dos livros e assim cada um teve a oportunidade de ver, tocar e sensibilizar.
 E agora todos sabemos como fazer um manejo adequado e o que acontece quando não há manejo sustentável.
Isso ai ensino médio, a participação de vocês foi excelente. 
Agora só falta o relatório. rsrsrsr 
abraço a todos!
Felizes Férias!
E quem gostou da atividade deixe um comentário. Vamos promover outra atividade de campo? resposta nos comentários. Sim x Não.






Foto da atividade de campo. junho 2012.






Foto da atividade de campo. junho 2012.
Prof. Andrea Pereira Pinto
Geógrafa
Esp. Gestão e Educação Ambiental.

Atividade de campo: Colégio Bom Conselho!!!

Foto da turma Col. Bom Conselho  em atividade de campo. Junho 2012.

 O Colégio Nossa Senhora do Bom Conselho, promoveu uma atividade de campo com os alunos do ensino médio, acompanhados pelo prof. Dr. Helder Barbosa Paulino, o acadêmico José Ricardo e a mestre Régia Estevam premiada na Rio + 20 e os professores do Colégio. O objetivo foi estudar "in loco" a teoria ministrada em sala de aula. A escolha da área foi devido a mesma ter sido premiada pela ONU devido a importância da sustentabilidade com isso ter contribuido com as discussões no evento Rio + 20, onde pesquisadora Mestre Régia Estevam e seu orientador prof. Dr. Helder Paulino tiveram a oportunidade de participar.

"A ex-aluna do programa de mestrado em Geografia do Câmpus Jataí da UFG (CAJ), Régia Estevam Alves, conquistou o prêmio MyCOE Earth Day, da Association of American Geographers, com o trabalho Environmental Fragility of Ribeirão da Picada, Jataí, Goiás/Brazil, composto com partes de sua dissertação. O professor do curso de Agronomia do CAJ-UFG, Helder Barbosa Paulino, foi co-orientador do trabalho, que também contou com a participação do técnico do laboratório de geoinformação do curso de Geografia do CAJ-UFG, Alécio Perini Martins.
A pesquisa procurou avaliar a fragilidade do ambiente no entorno da bacia do Ribeirão da Picada, que fica no município de Jataí. Um dos problemas apontados foi o mau uso da terra na região, responsável por um processo agressivo de degradação e desertificação do terreno, devido à baixa capacidade de recuperação do solo. Para a obtenção dos dados, foram utilizadas técnicas de mapeamento do terreno via satélite e GIS ("Sistema de Informação Geográfica", da sigla em inglês), além de análises físicas e químicas do solo.
O desmatamento de áreas de Cerrado em grandes áreas, inclusive nas margens dos rios, também foi constatado. Outra importante observação diz respeito à conversão da mata nativa em áreas com funções ecológicas específicas, o que modificou bastante as relações entre as espécies que habitam a região. Além disso, grandes áreas com o solo totalmente descoberto, sem nenhuma vegetação recobrindo a terra, refletem o uso dessas áreas na produção agrícola e o avanço da degradação sem controle sobre o bioma Cerrado."
O MyCOE (My Community, Our Earth) foi criado em 2002, como um projeto voltado para a World Summit for Sustainnable Development (WSSD), que ocorreu em Johannesburgo, na África do Sul, para dar respostas às questões que envolviam o desenvolvimento sustentável.
http://www.ufg.br/page.php?noticia=8896


                                            Foto da turma Col. Bom Conselho  em atividade de campo. Junho 2012.
 

Bônus demográfico!

Segundo Alves em reportagem da Revista Veja edição 2274 "é  a primeira vez que na história recente, uma nação  possui uma parcela da população como entre 20 e 29 anos de idade", momento chamado de bônus demografico, é o momento do país crescer. Porém é necessário investimento em educação com o objetivo de qualificar a mão de obra ou a força de trabalho e dessa forma aproveitar para crescer economicamente. Outro fator é crescer de forma sustentável, o que é de suma importância. Ainda segundo a resportagem a Coreia do Sul é um exemplo de país que consegui usufruir do bônus de forma eficiente.
E ai Brasil???  "Mostre a tua cara" vamos crescer de forma sustentável?

Andrea Pereira Pinto.
Geógrafa

29/06/2012 10h00 - Expectativa de vida no país sobe 25,4 anos de 1960 a 2010, diz IBGE!

A expectativa de vida do brasileiro nascido em 2010 alcançou 73,4 anos, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados nesta sexta-feira (29). Ao ser comparada com os dados de 1960, quando a perspectiva era de que o cidadão vivesse 48 anos, a esperança de vida do brasileiro tem um aumento de 25,4 anos.
Os dados do IBGE também mostraram que o número médio de filhos por mulher caiu de 6,3, em 1960, para 1,9, em 2010. Segundo o levantamento do instituto, isso indica que a população brasileira está mais envelhecida. A parcela de idosos (65 anos ou mais) passou de 2,7% (1960) para 7,4% (2010).
O Censo 2010 identificou que a participação da população com idade entre 0 e 14 anos caiu de 42,7% (1960) para 24,1% (2010). A diminuição da mortalidade permitiu o aumento da participação da população em idade ativa (15 anos a 64 anos), que em 1960 era de 54,6% e passou para 68,5% em 2010.
O instituto registrou ainda que aumentou a proporção de mulheres sobre os homens. Em 1960, existiam 99,8 homens para cada 100 mulheres. Em 2010, eram 96 homens para cada 100 mulheres.
Declaração de raçaSegundo o IBGE, 90,6 milhões de brasileiros se declararam como brancos em 2010, o equivalente a 47,7% da população. No mesmo ano, 82,8 milhões de pessoas se classificaram como pardos (43,1%) e outros 14,3 milhões, como pretos. (Os termos branco, preto e pardo são utilizados no relatório oficial do IBGE.)
O levantamento também apontou que 817 mil pessoas se declararam indígenas (0,4%). Desse universo, 60,8% estavam concentrados nas áreas rurais. Do total da população brasileira, apenas 15,6% vivem na zona rural.
Santa Catarina tem a maior proporção de brancos (84%), seguido do Rio Grande do Sul (83,2%) e Paraná (70,3%). Em contrapartida, apenas 20,9% da população de Roraima se declarou branca.
A maior proporção de pardos foi registrada no Norte e no Nordeste. Na Bahia, são 17,1%, cerca de 24 milhões de pessoas que se classificaram como pardos. No Rio de Janeiro, 12,4% se declaram pretos, cerca de 2 milhões de pessoas.
 
29/06/2012 10h00 - Atualizado em 29/06/2012 10h01
http://g1.globo.com/brasil/noticia/2012/06/expectativa-de-vida-no-pais-sobe-254-anos-de-1960-2010-diz-ibge.html